quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Conselhos para Maria Luiza


"Mude.

Mas comece devagar, porque a direção é mais importante que a velocidade.

Sente-se em outra cadeira, no outro lado da mesa.

Mais tarde, mude de mesa.

Quando sair, procure andar pelo outro lado da rua.

Depois, mude de caminho, ande por outras ruas, calmamente
observando com atenção os lugares por onde você passa.

Tome outros ônibus.

Mude por uns tempos o estilo das roupas.

Dê os teus sapatos velhos.

Procure andar descalço alguns dias.

Tire uma tarde inteira pra passear livremente na praia,
ou no parque, e ouvir o canto dos passarinhos.

Veja o mundo de outras perspectivas.

Abra e feche as gavetas e portas com a mão esquerda.

Durma do outro lado da cama... depois, procure dormir em outras camas.

Assista a outros programas de TV, compre outros jornais... leia outros livros.

Viva outros romances.

Não faça do hábito um estilo de vida.

Ame a novidade.

Durma mais tarde. Durma mais cedo.

Aprenda uma palavra nova por dia numa outra língua.

Corrija a postura.

Coma um pouco menos,

escolha comidas diferentes, novos temperos, novas cores, novas delícias.

Tente o novo todo dia, o novo lado, o novo método,

o novo sabor, o novo jeito, o novo prazer, o novo amor, a nova vida.

Tente.

Busque novos amigos.

Tente novos amores.

Faça novas relações.

Almoce em outros locais, vá a outros restaurantes,
tome outro tipo de bebida, compre pão em outra padaria.

Almoce mais cedo, jante mais tarde ou vice-versa.

Escolha outro mercado...

outra marca de sabonete, outro creme dental...

tome banho em novos horários.

Use canetas de outras cores.

Vá passear em outros lugares.

Ame muito,

cada vez mais,

de modos diferentes.

Troque de bolsa, de carteira, de malas,

troque de carro, compre novos óculos,

escreva outras poesias.

Jogue fora os velhos relógios,

quebre delicadamente esses horrorosos despertadores.

Abra conta em outro banco.

Vá a outros cinemas, outros cabeleireiros,

outros teatros, visite novos museus.

Mude.

Lembre-se que a vida é uma só.

E pense seriamente em arrumar um novo emprego,

uma nova ocupação, um trabalho mais light, mais prazeroso, mais digno, mais humano.

Se você não encontrar razões para ser livre, invente-as.

Seja criativo.

E aproveite para fazer uma viagem despretensiosa, longa, se possível sem destino.

Experimente coisas novas.

Troque novamente.

Mude, de novo.

Experimente outra vez.

Você certamente conhecerá coisas melhores e coisas piores do que as já conhecidas.

Mas não é isso o que importa.

O mais importante é a mudança,

o movimento,

o dinamismo,

a energia.

Só o que está morto não muda!"

sábado, 26 de setembro de 2009

Sempre a América Latina em mim

Empezar un sueño: creer.

Al otro lado del río


Ahh...! Definitivamente a má fase passou... é como dizem sempre: "depois da tempestade a bonança".

Das tempestades anteriores tenho colhido brisas. Vamos viver, Anarina!





Clavo mi remo en el agua
Llevo tu remo en el mío
Creo que he visto una luz al otro lado del río

El día le irá pudiendo poco a poco al frío
Creo que he visto una luz al otro lado del río

Sobre todo creo que no todo está perdido
Tanta lágrima, tanta lágrima y yo, soy un vaso vacío

Oigo una voz que me llama casi un suspiro
Rema, rema, rema-a Rema, rema, rema-a

En esta orilla del mundo lo que no es presa es baldío
Creo que he visto una luz al otro lado del río

Yo muy serio voy remando muy adentro sonrío
Creo que he visto una luz al otro lado del río

Sobre todo creo que no todo está perdido
Tanta lágrima, tanta lágrima y yo, soy un vaso vacío

Oigo una voz que me llama casi un suspiro
Rema, rema, rema-a Rema, rema, rema-a

Clavo mi remo en el agua
Llevo tu remo en el mío
Creo que he visto una luz al otro lado del río

(Jorge Drexler)

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Má fase






Zé Meningite já teve bronquite, leptospirose,
Cancro, sarampo, catapora,
Varíola, caxumba e gastrite.
Tétano e hepatite, febre amarela e conjuntivite,
Derrame cerebral, coqueluche e celulite.
Faringite, doenças de chagas e labirintite.
Ah, meus Deus!

Igual Zé Meningite eu nunca vi, meu Deus!

Pegar tanta doença braba, sobreviver e resistir.
Teve sarna e tifo.
Teve sombra no pulmão.
Portava um tumor maligno, leucemia e subia a pressão.
Pegou o vírus do mundo numa transa de amor e ele engordou.
Teve raiva e cirrose, até a própria morte se amedrontou.

Olha que se a morte tem medo do cara é porque realmente transmite pavor.
O danado é mais brabo que a própria morte, Zé Meningite é um terror.
Se a morte tem medo do cara é porque realmente transmite pavor.

O danado é mais brabo que a própria morte, Zé Meningite é um terror.
O danado é a própria morte, Zé Meningite é um terror.
O safado é mais brabo que a própria morte, Zé Meningite é um terror.





domingo, 28 de junho de 2009

Mais origami no ar!



O site da Papel Em Flor já está no ar! :)
Visitem, encomendem, façam sugestões, sintam-se em casa!

www.papelemflor.com

quinta-feira, 28 de maio de 2009

felt so good sleeping



Judy got a book at school
She went under the cover with her torch
She fell asleep till it was morning
She dreamt about the girl who stole a horse
Judy never felt so good except when she was sleeping
Judy never felt so good except when she was sleeping
(...)
Walking the street from morning to night
With a star upon your shoulder lighting up the path that youwalk
With a parrot on your shoulder, saying everything when you talk
If you're ever feeling blue
Then write another song about your dream of horses
Write a song about your dream of horses
Call it Judy And The Dream Of Horses
Call it Judy And The Dream Of Horses
You dream of horses

Lição de hoje:


"e aprende que não importa o quão você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam."